Falta de materiais e de medicamentos, equipamentos danificados, sobrecarga de trabalho, escassez de profissionais, defasagem salarial, pacientes em longas filas a espera de assistência e médicos angustiados com a precariedade das condições de atendimento. Problemas como esses, que se agravam a cada dia nos Centros de Assistência Integral à Saúde (Cais) de Goiânia, comprometendo o trabalho dos médicos e a assistência à população, serão debatidos na plenária temática “O médico em busca de condições dignas de trabalho nos Cais”, que o Cremego vai promover na próxima quinta-feira, dia 14 de julho, às 20 horas, em sua sede – Rua T-27, número 148, Setor Bueno (entrada de eventos).

O objetivo da reunião é colocar lado a lado o secretário de Saúde da capital, Elias Rassi Neto, diretores e conselheiros do Cremego, representante do Ministério Público Estadual e médicos que atuam nessas unidades de saúde, para que, juntos, discutam e busquem soluções imediatas para esses problemas. O presidente do Cremego, Salomão Rodrigues Filho, conta com a participação de todos os médicos lotados nos Cais.

Além de proporcionar o diálogo direto entre os médicos e a Secretaria Municipal de Saúde, o Cremego também vai aproveitar a plenária para apresentar ao secretário Elias Rassi Neto a reivindicação do pagamento do piso salarial da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – atualmente calculado em R$ 9.188,22 para uma jornada de 20 horas semanais – e o fim dos contratos de trabalho precários na rede municipal de saúde.

A realização dessa plenária faz parte da campanha lançada pelo Conselho em defesa da saúde pública. A campanha visa melhorar a assistência prestada à população pela rede pública de saúde e as condições de trabalho e de remuneração dos médicos que atuam nessas unidades.

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